quarta-feira, 6 de julho de 2016

Ser ou não ser Português?

Miguel Esteves Cardoso, resume numa frase (num artigo publicado hoje à noite):
"Esperávamos o pior mas exigíamos o que nos parecia impossível."

Faz-me confusão que apenas se valorizem os feitos futebolísticos (amanhã, espero que as capas dos jornais tragam o feito da Dulce Félix - vice-campeã europeia de 10.000m),
mas também me faz confusão aqueles portugueses que desdenham o que os seus compatriotas obtêm, seja no futebol ou noutra actividade qualquer!
Que desdenham o que um puto vindo da Madeira profunda tenha obtido, à conta do seu esforço, batendo todos os recordes que existem na sua modalidade!

Este «rectângulozito» tem muitos «Ronaldos», nas mais diversas actividades! E devemos valorizar o esforço de todos os que se empenham em serem melhores, todos os dias!
É incrível o que um pequeno país consegur produzir em talento e, mesmo assim, sendo tão pequenos e conseguindo tanto, ainda arranjamos «capacidade» para dizer muito mal de nós próprios!
Como diz o MEC: "É um raio de uma atitude, diga-se já!"

Sou português, amo a minha pátria e tenho muito orgulho nisso!


quinta-feira, 30 de junho de 2016

Stop Crying Your Heart Out

Hold up
Hold on
Don't be scared
You'll never change what's been and gone

May your smile
Shine on
Don't be scared
Your destiny may keep you warm


Que o destino nos mantenha quentes...

Alea Jacta Est

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Magistral Einaudi

Tenho andado arredado da música... da verdadeira música... como de tanta outra coisa...
Há largos meses que tinha comprado bilhetes para o espectáculo de Ludovico Einaudi, desta vez no Coliseu. A quarta vez que assistiria a um espectáculo seu.
Porque se para uns, «haverá sempre Paris», para mim, «haverá sempre Einaudi»...
É incrível, como a sua música me faz tão bem!
Classifico-a como a banda sonora original da minha vida, apesar de apenas a ter descoberto em 2010...

O fim de tarde tornou-se mais nebuloso com a morte de Prince... um génio da música e do espectáculo, marcante a todos os níveis... apetecia-me parar o tempo, o mundo e não estar em concerto algum...

Com a entrada dos músicos, o negrume dissipa-se e sinto-me transportado para outra dimensão (como escrevia a Susana Brás Santos hoje de manhã)...
A cada música, a leveza aumenta e a intensidade também... pode fazer confusão a alguns, mas com Einaudi tenho pouca vontade de estar sentado... apetece-me dançar... mas infelizmente, só o posso fazer mentalmente...
Tanta música fantástica, tanto símbolo de infinito desenhado na minha cabeça... e apenas regresso ao Coliseu, quando alguns incautos teimam em abusar do flash para perpetuarem uma recordação... ou ainda quando Einaudi dirige umas palavras aos presentes, de agradecimento e de tributo a Prince.
Estava fechado o círculo que se tinha aberto a meio da tarde...

Seguem-se mais não sei quantas músicas... quero perpetuá-las todas...
Quero perpetuar aquele(s) momento(s)... mais um, e outro... de total êxtase com a grandiosidade daquele som...

Magníficos músicos, magistral Einaudi!
Bravo!

Obrigado uma vez mais!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Merry Christmas, Mr. David Bowie

A morte choca-nos sempre...
Hoje mal acabado de acordar, a ler as novidades no twitter, dou de caras com a malfadada morte...
1983, a memória mais antiga que tenho de David Bowie.
Ano de "Let's Dance", mas também de "Merry Christmas, Mr. Lawrence".
Filme intenso para a idade que tinha e cuja música nunca mais me saíu da cabeça, da autoria do não menos brilhante e igualmente camaleónico, Ryuichi Sakamoto.
Vi esse filme, em Caxias, com um Amigo de infância, num espaço que há muito morreu...
Chamava-se «A Familiar» e era uma simples casa (podia até ser uma garagem), com 20 ou 30 cadeiras e uma parede branca onde se projectavam filmes,
Não me esqueci da música, do hara-kiri e do chapéu de David Bowie... a partir desse dia, queria usar um chapéu daqueles...

Sakamoto, também protagonista do filme, acompanhou-me com Bowie, ao longo dos anos. Tive a felicidade de assistir ao seu último concerto em Portugal, em 2011, na Gulbenkian e fiquei extasiado.
Descobri que fez uma pausa, também por sofrer de cancro e retomou a sua actividade no ano passado, com mais uma excelente banda sonora, para o filme de Iñarritu (The Revenant)...
Bowie, como se diz sempre nestes casos, não morreu.
Despede-se da vida terrena, com mais um álbum, bem biográfico, sabemo-lo agora.
Perdurará por tudo o que represent(ou)a...

Tanta música marcante e simbólica, mas a minha homenagem é protagonizada por Sakamoto.
Merry Christmas, Mr. David Bowie

sexta-feira, 17 de julho de 2015

7

O Il Mister faz hoje 7 anos...
Deixei de escrever regularmente em 2010, mas o que é certo é que foi a companhia mais regular durante dias/anos...
Como costumava dizer, era o meu «vómito diário»...

Nasceu no Porto, em dia de Marés Vivas e quando a minha vida estava nisso mesmo, numa maré viva... e quando lutava para não me «afogar»...
Aprendi muito nestes anos...uns mais magnificent, que outros... alguns deles de uma intensidade extrema, mas se me pedirem uma palavra para caracterizar este espaço temporal, a eleita é: Relativizar...
momentos, relações, amizades, dinheiro e a própria vida...

Parabéns, Il Mister! Rumo ao horizonte...

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Estímulo influencia e muito

Todo motivo te leva a querer
Todo querer te faz ter vontade
Toda vontade te faz ter impulso
Todo impulso sempre me estimula
Toda sequência tem uma rotina
Toda rotina te causa estrago
Todo estrago merece um conserto
Todo conserto te modifica

In Jogo do Contente, by Tulipa Ruiz

quinta-feira, 9 de abril de 2015

I'll Drown



Quantas vezes...?