quinta-feira, 9 de abril de 2015
segunda-feira, 2 de março de 2015
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Roleta Russa
Esta semana saíu um estudo que atribuía 2/3 dos cancros a um «azar» genético, uma espécie de roleta russa da saúde...
Ontem depois de mais um treino, a minha mãe transmitiu-me a malfadada notícia da morte de um amigo, aos 38 anos. A causa, a tal bala na câmara que escolhe a vítima ao acaso.
Má sorte esta, de alguém que se preparava para ser pai pela 5.ª vez e que no meio dos tratamentos, pediu à sua esposa para dar à luz num hospital perto do seu, para ainda poder ver a criança... Lembrei-me imediatamente do filme de Michael Keaton, My Life, que me marcou imenso na faculdade. O Rui não teve a mesma sorte e não chegou a ver o seu filho.
A última vez que o vi, foi um encontro fortuito num dia menos positivo para mim, por outras circunstâncias. Já não o via há algum tempo, aproximou-se e perguntou-me: «se tinha o cabelo rapado por alguma razão?» Respondi que «não, que gostava de usar o cabelo assim» e ele contou-me que em breve também usaria o mesmo penteado, pela negativa razão que referi.
Fiquei «abanado» com a situação, dei-lhe força e achei que iria superar (não achamos sempre?) o infortúnio...
Há semanas, em conversa com a sua sogra, soube que os tratamentos tinham terminado e havia satisfação na família, por estarem aparentemente a correr bem... seguir-se-ia a operação que revelou outro cenário.
Ontem, a arma disparou...
Vida curta demais... precisamos rever prioridades...
Ontem depois de mais um treino, a minha mãe transmitiu-me a malfadada notícia da morte de um amigo, aos 38 anos. A causa, a tal bala na câmara que escolhe a vítima ao acaso.
Má sorte esta, de alguém que se preparava para ser pai pela 5.ª vez e que no meio dos tratamentos, pediu à sua esposa para dar à luz num hospital perto do seu, para ainda poder ver a criança... Lembrei-me imediatamente do filme de Michael Keaton, My Life, que me marcou imenso na faculdade. O Rui não teve a mesma sorte e não chegou a ver o seu filho.
A última vez que o vi, foi um encontro fortuito num dia menos positivo para mim, por outras circunstâncias. Já não o via há algum tempo, aproximou-se e perguntou-me: «se tinha o cabelo rapado por alguma razão?» Respondi que «não, que gostava de usar o cabelo assim» e ele contou-me que em breve também usaria o mesmo penteado, pela negativa razão que referi.
Fiquei «abanado» com a situação, dei-lhe força e achei que iria superar (não achamos sempre?) o infortúnio...
Há semanas, em conversa com a sua sogra, soube que os tratamentos tinham terminado e havia satisfação na família, por estarem aparentemente a correr bem... seguir-se-ia a operação que revelou outro cenário.
Ontem, a arma disparou...
Vida curta demais... precisamos rever prioridades...
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
3T - Cadeira Eléctrica
Hoje de manhã, ouvi esta música quando sorria de alegria por 3T
Sentia a energia... funcionava tudo por magia...
Acabas de me dizer que a alegria não passou de passageira...
Se calhar, é isso... si(e)nto-me na Cadeira Eléctrica e fico electrocutado...
Sabor a mel/fel...
Sentia a energia... funcionava tudo por magia...
Acabas de me dizer que a alegria não passou de passageira...
Se calhar, é isso... si(e)nto-me na Cadeira Eléctrica e fico electrocutado...
Sabor a mel/fel...
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Faz por ti
Na semana passada, o João Negreiros fez o favor de me presentear com um dos seus inúmeros poemas. Em determinada altura, os poemas do João acompanharam-me, através do seu livro «a verdade dói e pode estar errada».
Deixo-vos com o poema que recebi e que fará parte do seu novo projecto «Manual da Felicidade»:
Faz por ti
Faz o Sol por ti antes que arda.
Faz a chuva por ti antes que chores.
Faz a Lua por ti antes do dia.
Faz um sonho por ti antes do pequeno-almoço.
Faz um filho por ti com alguém.
Faz um negócio por ti por dinheiro.
Faz um vestido, não por ti, mas pelo teu corpo.
Faz um caminho por ti antes que te doam as pernas pela falta de uso.
Faz um festival da canção, afasta a mesa da sala, uma escova como microfone, faz as canções todas do mundo por ti e as brilhantinas todas do mundo por ti.
Faz uma corrida por alguém e corta por ti, a meta.
Corta por ti uma laranja e sorve o sumo por uma pessoa, só se tiveres muita sede.
Faz por ti um facho... e alumia quem te segue.
Faz por ti com rigor, mesmo rodeado de indolentes.
Faz por ti com calma mesmo assolado por patrões.
Faz por ti a coragem e serás assustador sempre que for preciso.
Faz por ti a sabedoria e saberás sempre que estiveres calado.
Não faças pouco de ti.
Não faças pouco dos outros.
Faz por ti como o dia quando acordas.
João Negreiros
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Vício... de ouvir
Se a mulher é um vício baby
Eu juro, faço qualquer sacrifício baby
Tenho aquela chama toda para po-la toda acesa o resto é fogo de artifício baby
Quando o momento é propício baby
Nós voltamos sempre ao início baby
Desfecho acontece e os textos que aparecem nas sms dizem:” miss you baby”
Ela é morena, tesuda
Serena mas raçuda
Abre caminho e quando passa à frente o vento muda
Parece que plana no nosso plano
Mas emana um cheiro profano
Elas querem, vício
Quero levá-la, para a cama
Ela é passado e futuro, aqui agora
Ela é carne, é terra e o mundo racha quando chora
Ela faz-te beijar, o chão que pisa
À procura de migalhas, o coração voa na brisa
Por isso eu, quero levá-la para longe
Viver loucuras e depois dizer grava o dia de hoje
E se por acaso ficares com ele a próxima vez quando nos virmos lembra-te como se passa um dia a dois
Ya, eu nunca me esqueci como tu danças
E acredita vamos parecer duas crianças
No dia em que eu comprar as duas alianças
E fazer de acreditar que a vida ainda tem mudanças
Vamos embora amor caga no outro
Fuck it baby, tatua Tiago no corpo
E agora de uma maneira ou de outra na tua intimidade vais ter sempre o diabo no corpo
Amor é tudo o que eu trago no corpo
Estás grávida dele eu pago o aborto
Mas se quiseres ter o puto também pago o comforto
E juro que sempre que estiveres em baixo, vou ajudar a compor-te
E juro que sempre que estiveres em baixo, vou ajudar a compor-te
Elas querem, vício
Quero levá-la, para a cama
Elas querem, vício
Quero levá-la, para a cama
Vício, by 5-30
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