Hold up
Hold on
Don't be scared
You'll never change what's been and gone
May your smile
Shine on
Don't be scared
Your destiny may keep you warm
Que o destino nos mantenha quentes...
Alea Jacta Est
quinta-feira, 30 de junho de 2016
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Magistral Einaudi
Tenho andado arredado da música... da verdadeira música... como de tanta outra coisa...
Há largos meses que tinha comprado bilhetes para o espectáculo de Ludovico Einaudi, desta vez no Coliseu. A quarta vez que assistiria a um espectáculo seu.
Porque se para uns, «haverá sempre Paris», para mim, «haverá sempre Einaudi»...
É incrível, como a sua música me faz tão bem!
Classifico-a como a banda sonora original da minha vida, apesar de apenas a ter descoberto em 2010...
O fim de tarde tornou-se mais nebuloso com a morte de Prince... um génio da música e do espectáculo, marcante a todos os níveis... apetecia-me parar o tempo, o mundo e não estar em concerto algum...
Com a entrada dos músicos, o negrume dissipa-se e sinto-me transportado para outra dimensão (como escrevia a Susana Brás Santos hoje de manhã)...
A cada música, a leveza aumenta e a intensidade também... pode fazer confusão a alguns, mas com Einaudi tenho pouca vontade de estar sentado... apetece-me dançar... mas infelizmente, só o posso fazer mentalmente...
Tanta música fantástica, tanto símbolo de infinito desenhado na minha cabeça... e apenas regresso ao Coliseu, quando alguns incautos teimam em abusar do flash para perpetuarem uma recordação... ou ainda quando Einaudi dirige umas palavras aos presentes, de agradecimento e de tributo a Prince.
Estava fechado o círculo que se tinha aberto a meio da tarde...
Seguem-se mais não sei quantas músicas... quero perpetuá-las todas...
Quero perpetuar aquele(s) momento(s)... mais um, e outro... de total êxtase com a grandiosidade daquele som...
Magníficos músicos, magistral Einaudi!
Bravo!
Obrigado uma vez mais!
Há largos meses que tinha comprado bilhetes para o espectáculo de Ludovico Einaudi, desta vez no Coliseu. A quarta vez que assistiria a um espectáculo seu.
Porque se para uns, «haverá sempre Paris», para mim, «haverá sempre Einaudi»...
É incrível, como a sua música me faz tão bem!
Classifico-a como a banda sonora original da minha vida, apesar de apenas a ter descoberto em 2010...
O fim de tarde tornou-se mais nebuloso com a morte de Prince... um génio da música e do espectáculo, marcante a todos os níveis... apetecia-me parar o tempo, o mundo e não estar em concerto algum...
Com a entrada dos músicos, o negrume dissipa-se e sinto-me transportado para outra dimensão (como escrevia a Susana Brás Santos hoje de manhã)...
A cada música, a leveza aumenta e a intensidade também... pode fazer confusão a alguns, mas com Einaudi tenho pouca vontade de estar sentado... apetece-me dançar... mas infelizmente, só o posso fazer mentalmente...
Tanta música fantástica, tanto símbolo de infinito desenhado na minha cabeça... e apenas regresso ao Coliseu, quando alguns incautos teimam em abusar do flash para perpetuarem uma recordação... ou ainda quando Einaudi dirige umas palavras aos presentes, de agradecimento e de tributo a Prince.
Estava fechado o círculo que se tinha aberto a meio da tarde...
Seguem-se mais não sei quantas músicas... quero perpetuá-las todas...
Quero perpetuar aquele(s) momento(s)... mais um, e outro... de total êxtase com a grandiosidade daquele som...
Magníficos músicos, magistral Einaudi!
Bravo!
Obrigado uma vez mais!
Quadro do Mister:
Grandes Misters,
Life's OST
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Merry Christmas, Mr. David Bowie
A morte choca-nos sempre...
Hoje mal acabado de acordar, a ler as novidades no twitter, dou de caras com a malfadada morte...
1983, a memória mais antiga que tenho de David Bowie.
Ano de "Let's Dance", mas também de "Merry Christmas, Mr. Lawrence".
Filme intenso para a idade que tinha e cuja música nunca mais me saíu da cabeça, da autoria do não menos brilhante e igualmente camaleónico, Ryuichi Sakamoto.
Vi esse filme, em Caxias, com um Amigo de infância, num espaço que há muito morreu...
Chamava-se «A Familiar» e era uma simples casa (podia até ser uma garagem), com 20 ou 30 cadeiras e uma parede branca onde se projectavam filmes,
Não me esqueci da música, do hara-kiri e do chapéu de David Bowie... a partir desse dia, queria usar um chapéu daqueles...
Sakamoto, também protagonista do filme, acompanhou-me com Bowie, ao longo dos anos. Tive a felicidade de assistir ao seu último concerto em Portugal, em 2011, na Gulbenkian e fiquei extasiado.
Descobri que fez uma pausa, também por sofrer de cancro e retomou a sua actividade no ano passado, com mais uma excelente banda sonora, para o filme de Iñarritu (The Revenant)...
Bowie, como se diz sempre nestes casos, não morreu.
Despede-se da vida terrena, com mais um álbum, bem biográfico, sabemo-lo agora.
Perdurará por tudo o que represent(ou)a...
Tanta música marcante e simbólica, mas a minha homenagem é protagonizada por Sakamoto.
Merry Christmas, Mr. David Bowie
Hoje mal acabado de acordar, a ler as novidades no twitter, dou de caras com a malfadada morte...
1983, a memória mais antiga que tenho de David Bowie.
Ano de "Let's Dance", mas também de "Merry Christmas, Mr. Lawrence".
Filme intenso para a idade que tinha e cuja música nunca mais me saíu da cabeça, da autoria do não menos brilhante e igualmente camaleónico, Ryuichi Sakamoto.
Vi esse filme, em Caxias, com um Amigo de infância, num espaço que há muito morreu...
Chamava-se «A Familiar» e era uma simples casa (podia até ser uma garagem), com 20 ou 30 cadeiras e uma parede branca onde se projectavam filmes,
Não me esqueci da música, do hara-kiri e do chapéu de David Bowie... a partir desse dia, queria usar um chapéu daqueles...
Sakamoto, também protagonista do filme, acompanhou-me com Bowie, ao longo dos anos. Tive a felicidade de assistir ao seu último concerto em Portugal, em 2011, na Gulbenkian e fiquei extasiado.
Descobri que fez uma pausa, também por sofrer de cancro e retomou a sua actividade no ano passado, com mais uma excelente banda sonora, para o filme de Iñarritu (The Revenant)...
Bowie, como se diz sempre nestes casos, não morreu.
Despede-se da vida terrena, com mais um álbum, bem biográfico, sabemo-lo agora.
Perdurará por tudo o que represent(ou)a...
Tanta música marcante e simbólica, mas a minha homenagem é protagonizada por Sakamoto.
Merry Christmas, Mr. David Bowie
sexta-feira, 17 de julho de 2015
7
O Il Mister faz hoje 7 anos...
Deixei de escrever regularmente em 2010, mas o que é certo é que foi a companhia mais regular durante dias/anos...
Como costumava dizer, era o meu «vómito diário»...
Nasceu no Porto, em dia de Marés Vivas e quando a minha vida estava nisso mesmo, numa maré viva... e quando lutava para não me «afogar»...
Aprendi muito nestes anos...uns mais magnificent, que outros... alguns deles de uma intensidade extrema, mas se me pedirem uma palavra para caracterizar este espaço temporal, a eleita é: Relativizar...
momentos, relações, amizades, dinheiro e a própria vida...
Parabéns, Il Mister! Rumo ao horizonte...
Deixei de escrever regularmente em 2010, mas o que é certo é que foi a companhia mais regular durante dias/anos...
Como costumava dizer, era o meu «vómito diário»...
Nasceu no Porto, em dia de Marés Vivas e quando a minha vida estava nisso mesmo, numa maré viva... e quando lutava para não me «afogar»...
Aprendi muito nestes anos...uns mais magnificent, que outros... alguns deles de uma intensidade extrema, mas se me pedirem uma palavra para caracterizar este espaço temporal, a eleita é: Relativizar...
momentos, relações, amizades, dinheiro e a própria vida...
Parabéns, Il Mister! Rumo ao horizonte...
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Estímulo influencia e muito
Todo motivo te leva a querer
Todo querer te faz ter vontade
Toda vontade te faz ter impulso
Todo impulso sempre me estimula
Toda sequência tem uma rotina
Toda rotina te causa estrago
Todo estrago merece um conserto
Todo conserto te modifica
In Jogo do Contente, by Tulipa Ruiz
Todo querer te faz ter vontade
Toda vontade te faz ter impulso
Todo impulso sempre me estimula
Toda sequência tem uma rotina
Toda rotina te causa estrago
Todo estrago merece um conserto
Todo conserto te modifica
In Jogo do Contente, by Tulipa Ruiz
quinta-feira, 9 de abril de 2015
segunda-feira, 2 de março de 2015
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